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Phil Collins emociona e põe público para dançar no Maracanã

Grandes sucessos da carreira solo do cantor, e também hits do Genesis, animaram a plateia de pouco mais de 40 mil pessoas. Phil Collins nos primeiros momentos da apresentação. Marcos Serra Lima Sejamos francos: nos últimos 40 anos, poucos artistas souberam correr para a galera tão bem quanto Phil Collins. Sua sensibilidade para criar canções pop que caem no gosto do grande público já é mais que conhecida. Seu desdém em relação à crítica – sempre bastante severa com os momentos mais carregados de glicose de sua obra –, também é bem registrado. Postura que seu público também costuma seguir. Isso ficou bem claro quando, às 21h29 desta quinta-feira (22), o eterno baterista/vocalista do Genesis pisou no palco do Maracanã para o primeiro show de sua turnê no Brasil – terra na qual não colocava os pés desde o longínquo 1977, época em que ainda caminhava no intrincado terreno progressivo. Público se emocionou com a apresentação Marcos Serra Lima E Collins jogou para ganhar. Logo de cara entregou "Against all odds (Take a look at me now)", canção feita sob encomenda para a trilha do filme de Taylor Hackford, "Paixões violentas", de 1985. Os acordes inicias de piano fazem com que as 40 mil pessoas pulem na palma da mão do cantor de forma imediata. Essa impressão acaba reforçada logo em seguida quando "Another day in paradise" é apresentada. A canção do álbum "...But seriously", de 1989, teve o refrão cantado com força pelo público, já familiarizado com a letra que trata de pessoas que não têm onde morar - e que, à época de seu lançamento, se transformou em uma dor de cabeça para o cantor. Muitos consideraram uma atitude hipócrita o fato de um astro milionário da música tentar se colocar no lugar de uma pessoa sem teto. Por conta dos problemas de locomoção, Collins permanece sentado ao longo do show. Marcos Serra Lima Antes de falar sobre o restante da apresentação, cabe uma explicação. Desde que lesionou uma das vértebras do pescoço durante a última turnê do Genesis, em 2009, Collins tem grande dificuldade para andar – desloca-se com o auxílio de uma bengala e, em vários momentos da apresentação, suas expressões denotam considerável dor física. Por conta do incidente, ele perdeu parte da sensibilidade das mãos. Desde então, não pode mais tocar piano e – talvez o maior prejuízo – precisou se afastar da bateria, seu instrumento de formação. O baixista Leland Sklar é um dos fiéis escudeiros de Collins. Marcos Serra Lima Por todos esses fatores, Collins permanece sentado durante todo o tempo do show em uma cadeira. Isso, no entanto, não impede que ele interaja com o público em conversas muito breves e divertidas – "Obrigado. Boa noite. Esse é todo o português que eu sei", ele disse logo assim que entrou no palco – e principalmente com sua banda, composta por velhos escudeiros, como o baixista Leland Sklar, o guitarrista Daryl Stuermer e o trompetista Harry Kim. O guitarrista Daryl Stuermer é antigo colaborador de Collins. Marcos Serra Lima O novato do grupo é Nic, filho de Collins - com apenas 16 anos, ele demonstra desenvoltura na bateria. Algumas das canções mais populares do Genesis não poderiam ficar de fora. A apresentação de hits da banda começa com "Throwing it all away", sétima faixa do álbum "Invisible touch", de 1986 – do ponto de vista comercial, o mais bem sucedido do grupo. Logo em seguida, foi a vez de "Follow you, follow me", nona canção de "...And then there were three...", de 1978. Durante sua execução, várias imagens de shows e clipes do Genesis foram apresentadas nos telões do palco. Ao olhar para a plateia, era possível notar antigos fãs da banda emocionados ao verem registros antigos de Collins, Mike Rutherford, Tony Banks, Steve Hackett e Peter Gabriel. Foi a saída deste último, em 1974, logo depois da turnê do álbum "The lamb lies down on Broadway", que catapultou Collins do posto de baterista – posição que ocupava desde 1971, quando entrou na banda como baterista durante as gravações de "The nursery crime" – para a função de vocalista. Público fez menção a "You'll be in my heart", mas canção, que garantiu ao cantor um Oscar pela trilha do desenho "Tarzan", não fez parte do setlist. Marcos Serra Lima Seguiram-se "Separate lives", em dueto com Bridget Bryant, e "Something happened on the way to heaven", com a tradicional presença dos metais e que transformou o Maracanã em uma gigantesca pista de dança. Chega, enfim, um dos momentos mais aguardados do show. A sequência repetida de uma bateria eletrônica e as luzes reduzidas no palco anunciam que, enfim, é a hora de "In the air tonight". Canção mais emblemática de "Face value", primeiro álbum solo de Collins, de 1981, a composição de atmosfera e letra sombria já deu margem a várias interpretações sobre possíveis assassinatos e crimes – todas negadas pelo cantor que, durante o processo de criação da música, apenas externava a dor que sentia pelo fim de seu primeiro casamento. Phil Collins à frente de sua banda. Marcos Serra Lima O público acompanha com atenção a execução da primeira parte e, depois da marcante virada de bateria no meio da canção, começa a pular e gritar o refrão até o fim marcado pelo andamento acelarado e os gritos mais agudos de Collins. Do peso para a leveza. Fã confesso da soul music dos álbuns da Motown, o cantor emenda "You can't hurry love", das Supremes, e "Dance into the light", canção mais conhecida do álbum homônimo – um dos menos inspirados de Collins –, lançado em 1996. Público de 40 mil pessoas cantou boa parte das canções. Marcos Serra Lima O Genesis é visitado mais uma vez – agora com "Invisible touch", canção lançada em 1986 e talvez o maior hit da banda, àquela altura já um grupo pop-rock que havia deixado definitivamente para trás o hermetismo e a complexidade do rock progressivo no qual havia mergulhado ao longo da década de 1970. "Easy lover" – na versão original, uma parceria com o vocalista do Earth, Wind & Fire, Philip Bailey – se transformou em uma grande sessão de catarse coletiva e foi seguida por "Sussudio". Esta última, graças a uma colorida explosão de confetes e serpentinas vindas do palco, ganhou improvável sabor carnavalesco. O que não deixa de ser coerente, uma vez que, olhando-se para trás, é possível ver que o reinado de Momo ainda está ali na esquina. Uma breve pausa antecedeu o bis, que veio com "Take me home", tradicional encerramento dos shows de Collins. Ele deixou o palco logo em seguida – com visível dificuldades para caminhar, mas ainda senhor absoluto de sua longa lista de sucessos.
Fri, 23 Feb 2018 05:50:17 -0000
Ataque a tiros mata 1 e deixa 2 feridas em frente a hotel em SP; veja vídeo

Morto é suspeito de pertencer à facção criminosa e sobreviventes foram internadas; atiradores fugiram. Homem envolvido com facção criminosa é executado na porta de um hotel na zona leste de SP Um ataque a tiros matou um homem e feriu outras duas mulheres na noite desta quinta-feira (23) em frente a um hotel na Zona Leste de São Paulo. Um vídeo gravou o momento em que dois homens armados não identificados se aproximam, disparam contra as vítimas e fogem. Os atiradores aparecem segurando armas que seriam fuzis e metralhadoras, segundo policiais ouvidos pelo G1. Eles se aproximam atirando em direção a pessoas que descem de um carro escuro que estaciona na entrada do saguão do Hotel Blue Tree Towers, na Rua Eleonora Cintra, no Jardim Anália Franco. Crime na frente de hotel em SP Glauco Araújo e Kleber Tomaz / G1 Quem morreu baleado foi Wagner Ferreira da Silva, segundo a assessoria de imprensa da Polícia Militar (PM). Os nomes das mulheres não foram divulgados. Elas acabaram socorridas ao Hospital Vitória e São Luiz. Não há confirmação do estado de saúde delas que teriam sido atingidas pelos disparos. A Polícia Civil investiga se o crime foi um acerto de contas entre membros do Primeiro Comando da Capital (PCC). Os investigadores querem saber se Wagner pertencia à facção criminosa. A vítima: Wagner Ferreira da Silva Glauco Araújo e Kleber Tomaz Existe a suspeita de que Wagner, que seria conhecido como Waguininho, Magrelo ou Cabelo Duro, possa ter sido morto por outros membros do PCC para vingar a morte de Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca. Esses dois eram membros da quadrilha, estavam foragidos da Justiça e foram executados a tiros na quinta-feira (15) no Ceará. Um bilhete encontrado na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, interior paulista, informa que Gegê e Paca foram mortos por ordem de Gilberto Aparecido dos Santos, o Fuminho, que pertence à facção e está nas ruas. O motivo da eliminação de Gegê e Paca, segundo o papel, é que os dois estavam desviando dinheiro do PCC. “Amigos aqui é o resumo do Pe quadrado [Penitenciária] e mais uns irmãos. Ontem foram chamados em uma ideias, aonde nosso ir [irmão] cabelo duro deixou nois [sic] ciente que o fuminho mandou matar os (...) o GG e o Paka. Inclusive o ir cabelo duro e mais alguns irs [irmãos] são prova que os irs [Gegê e Paca] estavam roubando”, informa o bilhete escrito a caneta num pedaço de papel. Policiais investigam justamente se Wagner é o mesmo ‘cabelo duro’ citado no manuscrito como sendo o responsável por confirmar o motivo da execução de Gegê e Paca. Fuminho, que seria o mandante, é gerente do tráfico de confiança de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder do PCC, e que está preso na P2 de Venceslau. De acordo com a PM, o caso deverá ser registrado no 30 Distrito Policial (DP), Tatuapé, ou 31 DP, Vila Carrão. Por conta da complexidade do crime, policiais deverão pedir a ajuda do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) para auxiliar nas investigações. Bilhete encontrado na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau indica que Gegê do Mangue e Paca (nas fotos) foram mortos porque desviaram dinheiro da facção Reprodução/Divulgação Bilhete indica que chefe de facção em SP teria mandado executar integrantes no Ceará
Fri, 23 Feb 2018 05:02:02 -0000
Sexta-feira, 23 de fevereiro

Bom dia! Aqui estão os principais assuntos para você começar o dia bem-informa. Foi escolhido ontem o novo secretário de Segurança do Rio de Janeiro. O general Richard Fernandez Nunes vai substituir Roberto Sá, afastado após intervenção federal. O militar chefiou a ocupação do Exército no Complexo da Maré, entre dezembro de 2014 e fevereiro de 2015. Agora, ele terá desafios ainda maiores pela frente. Nunes terá que lidar com uma força policial sucateada, salários atrasados, déficit de agentes e falta de investimentos. Além disso, os policiais viraram alvos preferenciais dos criminosos. Só em 2017, 134 PMs foram assassinados no estado. Novo secretário de segurança no RJ General Richard Fernandes Nunes é confirmado como novo secretário de segurança do Rio O general Richard Fernandez Nunes será oficilizado como secretário de Segurança do RJ na terça-feira (27). Ele vai cuidar da gestão da pasta, enquanto o também general Mauro Sinott Lopes vai cuidar das operações. Os nomes para ocupar as chefias das polícias Civil e Militar ainda não foram definidos. Carioca, o general Richard Nunes comandou por três meses, entre dezembro de 2014 e fevereiro de 2015, a ocupação do Exército no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio. Richard Nunes é bacharel em Direito e passou por vários comandos no Exército. Atualmente, exercia o comando da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME). O G1 segue acompanhando a crise de segurança no Rio. Estudo indica que maioria dos acusados por tráfico no RJ não tem antecedentes nem foi investigada Pastoral Carcerária Além de assistência religiosa, a Pastoral doa itens de higiene e faz denúncias de tortura e outras violações Jorge Santos / Seris Mais da metade dos agentes da Pastoral Carcerária já teve a visita religiosa a prisões suspensa sem aviso prévio ou de forma arbitrária. É o que mostra um relatório divulgado pela organização. A assistência religiosa é um direito dos presos previsto no art. 41, inciso VII, da Lei de Execução Penal (LEP), e não comporta qualquer tipo de cerceamento ou restrição, nem mesmo em relação aos presos cumprindo medida de segurança, isolamento disciplinar, preventivo ou no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). Comandante de instituição de ensino da PM do RJ é exonerado; policiais denunciam abusos IR 2018 O supervisor nacional do IR, auditor-fiscal Joaquim Adir, detalha hoje as regras de entrega, prazos e as funcionalidades dos programas da Declaração de Imposto de Renda das Pessoas Físicas de 2018. Curtas e Rápidas PLAYBUZZ / QUIZ: Qual filme do Oscar 2018 é a sua cara? Faça o quiz e veja o trailer É OU NÃO É: Quem justificou o voto por três vezes seguidas perde o título e fica impedido de votar? Não é verdade! G1 comenta em vídeo: Phil Collins, Sidney Magal e Orishas fazem shows no fim de semana em SP BB terá atendimento pelo WhatsApp ainda em 2018, diz diretor do banco Seis empresas reúnem mais de 100 oportunidades de estágio e vagas de trainee Mulher encontra folhas de jornal em vez de papel higiênico em banheiro de hospital no Rio 'Sexta sem Carro' fecha ruas do centro histórico de SP para carros e motos Previsão do tempo Confira os destaques da previsão do tempo Veja a previsão do tempo por regiões e as temperaturas nas capitais Hoje é dia de... Dia Nacional do Rotary Dia Nacional do Movimento Municipalista Brasileiro
Fri, 23 Feb 2018 04:30:08 -0000
Polícia recupera cinco motos com restrições de roubo ou furto em comunidade no AM

Ação ocorreu no Careiro da Várzea, nesta quinta-feira (22). Motos foram encontradas após investigação Divulgação/Polícia Civil Cinco motocicletas com restrições de roubo ou furto foram recuperadas na Comunidade Terra Nova, situada nas proximidades do Careiro da Várzea, Região Metropolitana de Manaus, durante operação policial realizada nesta quinta-feira (22). A Polícia Civil do Amazonas, por meio da equipe de investigação , sob o comando do De acordo com o delegado Rafael Allemand, da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos de Veículos (Derfv) a ação ocorreu após um levantamento feito pela equipe de investigação da Derfv apontar que motocicletas roubadas e furtadas estavam sendo levadas para o município. “Nos deslocamos até a comunidade, utilizando lanchas, onde, durante o reconhecimento da área, decidimos realizar uma abordagem policial. Conseguimos recuperar cinco motocicletas que estavam em via pública e notificamos quatro pessoas para prestarem esclarecimentos em torno da posse desses veículos, com restrições de roubo ou furto”, explicou o titular da Derfv. Conforme o delegado titular da Derfv, as cinco motocicletas recuperadas possuem as seguintes placas: JXL-5823, JXW-2559, NOZ-4487 e NOU-155. Um dos veículos estava sem placa. Duas motos são da marca Yamaha, modelo Factor; duas da marca Honda, modelo CG 150, e a outra também da marca Honda, porém modelo Bros. Rafael Allemand declarou que foi instaurado Inquérito Policial (IP) para apurar se as quatro pessoas notificadas durante ação irão responder por receptação. “A Derfv irá realizar essas ações em comunidades nas proximidades da capital, com o intuito de recuperar mais veículos e identificar os proprietários, para que eles possam ter os bens devolvidos”, finalizou.
Fri, 23 Feb 2018 03:46:19 -0000
População fotografa rejeitos de bauxita espalhados na PA-481 em Barcarena, no PA, na noite desta quinta-feira

População diz que líquido vazou da fábrica Hydro Alunorte. A empresa e a Secretaria de Meio Ambiente de Barcarena dizem que um caminhão com rejeitos tombou na PA-481. Líquido se espalhou pela pista e assustou quem passou pelo local. População protesta ao ver rejeitos no meio da pista Bartira Santos/Divulgação Moradores de Barcarena, no nordeste do Pará, denunciam um novo vazamento de rejeitos na noite desta quinta-feira (22) no município. Segundo a população, que fez imagens da situação, há uma grande quantidade de lama vermelha invadindo a pista da PA-481. Nesta quinta-feira, um laudo do Instituto Evandro Chagas (IEC) chegou a confirmar contaminação em diversas áreas de Barcarena, provocada pelo vazamento das barragens de rejeitos de bauxita da mineradora norueguesa Hydro Alunorte. “Tem muito rejeito aqui na pista. Eles tão limpando aqui, mas não tem jeito, nós vamos fotografar”, diz um morador. “A lama vermelha está invadindo a pista. Tá desesperador aqui!”, diz a moradora Bartira Santos. População fotografa rejeitos na pista Bartira Santos/Divulgação “Máquinas estão trabalhando aqui na pista. Mais uma vez estourou uma parte da barragem. Uma vergonha essa empresa. Apagaram todas as luzes aqui pra ninguém ver”, diz outro morador do município. Segundo as pessoas que estão no local acompanhando a situação, o cheiro de solda cáustica é muito forte na pista. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Barcarena informou que recebeu na noite desta quinta-feira duas denúncias: uma de que houve um vazamento de rejeitos e outra de que um caminhão tombou na pista derramando uma grande quantidade de rejeitos. O órgão enviou equipes ao local para apurar a situação. População protesta Bartira Santos/Divulgação Logo em seguida o responsável pela Defesa Civil de Barcarena confirmou que um caminhão com rejeitos tombou na PA-481 entre o trevo do Peteca e o trevo da Vila dos Cabanos, próximo às bacias da Hydro Alunorte. O líquido se espalhou pela pista e assustou quem passou pelo local. Em nota, a Hydro Alunorte informou que iniciou já nesta noite a limpeza da via na PA-481, onde um caminhão de uma subcontratada despejou material. A empresa disse que vai apurar as circunstâncias do incidente e o tipo de material derramado na rodovia. A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Pará (Semas) ainda não se pronunciou sobre o assunto. Laudo confirma vazamentos Um laudo do Instituto Evandro Chagas divulgado nesta quinta-feira (22) confirmou contaminação em diversas áreas de Barcarena provocada pelo vazamento das barragens de rejeitos de bauxita. Em nota, a mineradora Hydro informou que vai analisar o laudo para se pronunciar sobre o assunto. Apuração Representantes da OAB-PA informaram, nesta quinta-feira (22), que, após lerem o laudo do Instituto Evandro Chagas (IEC), que confirma o vazamento de rejeitos da mineradora Hydro em Barcarena, decidiram pedir à Justiça do Pará a intervenção judicial na Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas), com o afastamento do secretário de Meio Ambiente, Thales Belo, e do secretário adjunto de Mineração. Eles devem pedir ainda a prisão dos fiscais do órgão que atestaram inexistir irregularidades na empresa norueguesa. “Causou indignação especial a constatação pelos pesquisadores do IEC da existência de um dreno ‘clandestino’, por onde a empresa, com a aquiescência da Semas, drenava rejeitos quando as chuvas se intensificavam”, diz a nota da OAB-PA. Laudo confirma vazamento em Barcarena Editoria de Arte/G1 Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do G1 Pará no (91) 98814-3326.
Fri, 23 Feb 2018 03:39:55 -0000
Com aumento na conta de luz que chega a 300% setor hoteleiro de Macapá enfrenta dificuldades

Em reunião com a direção Comercial da CEA, eles apresentaram as dificuldades. Companhia diz que houve um reajuste tarifário e que não há erro nos cálculos. Empresários dizem que vaor da energia elétrica disparou e tem tornado o ramo inviável em Macapá Rita Torrinha/G1 O setor hoteleiro de Macapá enfrenta dificuldades para fechar os meses com saldo positivo. Entre as principais razões, segundo os empresários, está a despesa com a energia elétrica, que teve aumento de até 300% no valor. Com fluxo de hóspedes baixo e taxas de luz acima do planejado, há empreendimentos fechando. Entre 2015 e 2016 a capital perdeu 20 hotéis, de acordo com censo da Associação Brasileira de Turismólogos e Profissionais do Turismo (ABBTur). Na tentativa de negociar um ajuste que possa beneficiar o segmento, empresários se reuniram na quinta-feira (22) com diretores da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA). No hotel de propriedade de José Machado Frota a conta passou de R$ 4 mil para R$ 8 mil, com fluxo de hóspede reduzido Rita Torrinha/G1 Jose Machado Frota atua no setor hoteleiro há 22 anos e conta que o momento é de crise geral. Para quitar as despesas, ele tem recorrido a empréstimos. Ele diz que há cinco 5 anos a lotação dos apartamentos era de mais de 40%, hoje não chega a 20%. "Faz dois anos que estamos sofrendo com o aumento de energia e fechando todos os meses no vermelho, sendo que há mais de três anos não aumentamos o valor da diária. A minha conta, que era de R$ 4 mil, passou para R$ 8 mil”. 300% foi o percentual de aumento na taxa de energia elétrica no hotel de Américo Brito Souza Rita Torrinha/G1 No caso do empresário Américo Brito Souza, de 71 anos, dono de um hotel no Centro da cidade, o aumento no valor da energia alcançou os 300%. “Antes a taxa praticada era justa, agora deu um salto alarmante. Três anos atrás eu pagava R$ 6 mil, e desde o ano passado passou para 18 mil, mas a ocupação caiu, o uso de pontos de energia também, e a conta aumentou, como? Hotel deixou de ser um negócio rentável”, disse. O diretor Comercial da CEA, Alselmo Lima, participou da reunião e afirmou ter havido apenas uma revisão tarifária. “Não é que as contas são caras, o que houve foi uma revisão tarifária e veio o momento do acerto, após 10 anos sem reajuste. Antes da revisão, o Amapá estava em penúltimo lugar com a menor tarifa no país. O que foi feito foi o estabelecimento de uma tarifa justa e adequada para os custos e o tamanho da empresa”, justificou. Cecília Le Cornec colocou a pousada que administra há mais de 20 anos à venda Rita Torrinha/G1 Para Cecília Le Cornec, manter-se no mercado chegou ao fim. Depois de mais de 20 anos administrando uma pousada também no Centro da capital, com 14 apartamentos, ela decidiu colocar a placa de venda. “Com a falta de hóspedes não entra dinheiro, não podemos pagar as contas, nem contratar mais empregados ou fazer melhorias, e as dívidas vão acumulando. Coloquei minha pousada à venda com muita dor no coração, mas não tem outra saída. Esse aumento de luz foi o fim”, lamenta. Alselmo Lima explicou que a empresa não tem autonomia para fazer descontos tarifários. Os valores, de acordo com ele, são determinados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que em novembro de 2017 autorizou o aumento de 37% na tarifa de energia no Amapá. “A tarifa poderia até ser menor, desde que a inadimplência no estado, que é elevadíssima, caísse. Também estamos entre as cinco empresas com o maior índice de perdas, em decorrência de furtos e roubos de energia. Vamos ouvir o que a categoria tem para reivindicar e buscar caminhos, desde que não se discuta redução de tarifa”, falou taxativo. Sandro Bello, consultor da ABBTur, e quem promoveu o encontro entre a CEA e os empresários, disse que o censo realizado também apontou crescimento de 56% em 2017, mesmo assim, o setor enfrenta dificuldades. “Em 2014 o estado chegou a receber 180 mil turistas, com a recessão, de 2015 a 2016 esse número caiu para 32 mil. Em 2017 teve um crescimento para 56 mil hóspedes na capital. Mas a dificuldade de acesso por conta dos preços das passagens aéreas, do número de voos que foram reduzidos no estado e o valor exorbitantes da energia, estão quebrando o setor”, encerrou. Sandro Bello, consultor da consultor da ABBTur no Amapá, conduziu a reunião entre hoteleiros e a CEA Rita Torrinha/G1 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o VC no G1 AP ou por Whatsapp, nos números (96) 99178-9663 e 99115-6081.
Fri, 23 Feb 2018 03:09:58 -0000
Mais da metade dos agentes da Pastoral Carcerária já teve visita a prisões suspensa sem aviso prévio, aponta relatório

Assistência religiosa é um direito previsto no art. 41 da Lei de Execução Penal. Agentes também relatam ameaças e problemas com o tempo da duração das visitas, segundo documento da entidade. Além de assistência religiosa, Pastoral doa itens de higiene e faz denúncias de tortura e outras violações. Além de assistência religiosa, a Pastoral doa itens de higiene e faz denúncias de tortura e outras violações. Jorge Santos/Seris Mais da metade dos agentes da Pastoral Carcerária já teve a visita religiosa a prisões suspensa sem aviso prévio ou de forma arbitrária. É o que mostra um relatório divulgado pela organização nesta sexta-feira (23). A assistência religiosa é um direito dos presos previsto no art. 41, inciso VII, da Lei de Execução Penal (LEP), e não comporta qualquer tipo de cerceamento ou restrição, nem mesmo em relação aos presos cumprindo medida de segurança, isolamento disciplinar, preventivo ou no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). De acordo com o relatório, as suspensões chegam a durar meses. Em muitas vezes, não são prestadas quaisquer informações aos agentes da Pastoral sobre o motivo ou são utilizados argumentos genéricos de segurança, sem que sejam apontadas de forma expressa e objetiva quais são as ameaças, obstáculos e impedimentos para a realização do serviço religioso. “[Justificavam que a restrição à visita] era pela nossa própria segurança, era pela nomeação de novo secretário, era porque faltava recadastrar os agentes, era porque a polícia tinha que averiguar nossos antecedentes criminais”, diz um agente da Pastoral que não foi identificado. De acordo com os relatos, a suspensão da visita é utilizada sistematicamente para punir os presos ou para ocultar irregularidades, como pessoas com machucados visíveis após agressões. Também não é incomum que a suspensão das visitas funcione como punição aos próprios agentes pastorais, por fazerem denúncias ou confrontar a administração prisional, de acordo com o relatório. “[A visita é suspensa] sempre que tem algo a esconder, quando familiares informam que tem alguém machucado”, conta um agente pastoral. Além disso, 34,9% dos agentes afirmaram que não tem permissão para visitar os presos nas celas de castigo. Estes presos, bem como os de enfermaria e áreas de inclusão, geralmente não podem se deslocar para os pátios ou para os locais de celebração religiosa. Por isso, o acesso dos agentes da Pastoral destes locais é importante, ainda de acordo com o relatório. A Pastoral ainda destaca que estes presos são os mais vulneráveis a sanções ilegais, tortura, ameaças e outras formas de violência. “[Visitamos as celas de castigo] apenas quando insistimos muito e enfrentamos a má vontade e truculência do chaveiro encarregado”, diz um agente. De acordo com o documento, as restrições ilegais à assistência religiosa atacam diretamente a capacidade da Pastoral de combater a tortura e outras violações de direitos no ambiente prisional. A Pastoral Carcerária também costuma fazer doações de itens de higiene, comida e roupas aos detentos. Tempo das visitas e ameaças O relatório também trata de outros problemas enfrentados pelos agentes da Pastoral antes, durante e depois das visitas. A duração do tempo permitido para ficar dentro das prisões é uma delas. De acordo com 58,3% dos agentes, o tempo que a unidade prisional destina para as visitas não é suficiente para atender a demanda por assistência religiosa. “Tudo é muito burocrático. Se perde muito tempo desde a nossa chegada até entrar”, diz um agente. Outro complementa que, quando consegue entrar na prisão, já está na hora de sair. Além disso, 40% ainda alegam que o número máximo permitido de agentes da Pastoral por visita também não é suficiente. “Permitem somente 10 [agentes da Pastoral] para 700 [presos]", conta um agente. “Somos muito poucos para a grande demanda que é o sistema. Então fazemos o que podemos”, diz um agente da Pastoral. Ainda segundo o relatório, em muitos locais, há sobreposição indevida entre a assistência religiosa e as visitas de familiares e de advogados, fazendo com que os presos tenham que escolher entre o exercício de direitos que são complementares e essenciais. Os agentes também reclamam do processo de cadastro para fazer as visitas. Quase metade (44,7%) dos agentes considera que esse trâmite é demorado, burocrático e por vezes possui regras arbitrárias. “Fui 15 vezes [ao local de cadastramento] e demorou um ano e seis meses [para conseguir entrar]”, afirma um agente. As ameaças também fazem parte das rotinas dos agentes: 18,9% afirmam já terem passado por situações de ameaças ou represálias em razão das reclamações ou das denúncias que fizeram. Presos lotam pátio de penitenciária em Pernambuco Acervo/TV Globo Violação sistemática dos direitos Segundo o relatório, o conjunto das respostas e das observações feitas pelos agentes aponta para a violação sistemática dos direitos dos presos. “Ficou pelo depoimento dos agentes pastorais que o processo de mercantilização da vida dos presos e presas, consubstanciado na privatização do sistema prisional, apresenta um obstáculo adicional à assistência religiosa”, aponta o documento. "Nenhuma medida de promoção ou melhoria da assistência religiosa será efetiva ou duradora se desvinculada de uma política substancial de redução da população prisional", destaca o relatório da Pastoral Carcerária. Nesta quinta-feira, o G1 publicou uma série de reportagens sobre o sistema penitenciário brasileiro dentro do Monitor da Violência. Atualmente, o Brasil conta com 686,5 mil presos para uma capacidade total de 407 mil pessoas, um déficit de 279 mil vagas. A pesquisa da Pastoral foi realizada entre 21 de setembro e 10 de outubro de 2017 com 235 agentes da Pastoral Carcerária de todos os estados, exceto o Tocantins. Os dados não foram separados por estado para evitar represálias a grupos específicos e aos coordenadores e coordenadoras estaduais, mas a Pastoral destaca que nenhum estado deixou de registar graves situações.
Fri, 23 Feb 2018 03:01:09 -0000
Estudo indica que maioria dos acusados por tráfico no RJ não tem antecedentes nem foi investigada

Pesquisa da Defensoria Pública do RJ também aponta que a maior parte dos réus que respondem a Lei de Drogas foi presa em flagrante. Mais da metade dos condenações determinadas apenas com testemunho de policiais.  Um estudo inédito da Defensoria Pública fluminense e da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, divulgado nesta sexta-feira (23), revela que a maioria dos acusados por tráfico no Estado do Rio de Janeiro não tem antecedentes nem foi investigada. A pesquisa indica também que a maior parte dos réus da Lei de Drogas foi presa em flagrante e que mais da metade (53%) dos casos as condenações foram sentenciadas apenas com base no testemunho de policiais. O perfil dos acusados por tráfico e associação ao tráfico também foi apontado no estudo: réus primários e sem antecedentes criminais, presos em flagrante sozinhos, desarmados e com pouca quantidade de droga, presos durante operações policiais realizadas em locais que supostamente seriam dominados por organizações criminosas. Foto de arquivo: Drogas encontradas com os suspeitos no RJ Divulgação/Polícia Militar Segundo o estudo, 91,06% das pessoas acusadas pelos crimes descritos na pesquisa são do sexo masculino e 59,39% estavam sozinhas no momento da prisão. Além disso, 77,36% não tinham antecedentes criminais, e 73,85% eram réus primários. Em 48,04% dos casos analisados, os acusados foram presos com uma única droga: a cocaína (47,25% das apreensões foram de até 50 gramas) e a maconha (49,72% de apreensões foram de até 100 gramas). Para chegar ao resultado, foram analisadas 2.591 sentenças proferidas entre agosto de 2014 e janeiro de 2016, envolvendo 3.745 acusados de infringir a Lei 11.343/2006, que instituiu a Política Nacional Antidrogas. Entre os resultados, foi concluído que 53,79% das condenações baseiam-se apenas nos depoimentos dos agentes de segurança que efetuaram a prisão. Em 91,16% das decisões, não foram levadas em consideração as condições socioeconômicas e pessoais dos acusados. De acordo com os dados, poucas foram as sentenças em que os juízes analisaram esses critérios para diferenciar as condutas de tráfico e porte de drogas para uso pessoal. Segundo Carolina Haber, diretora de Estudos e Pesquisas de Acesso à Justiça da Defensoria Pública, o objetivo foi verificar o tratamento conferido pelo sistema de Justiça às pessoas acusadas por esses crimes, tendo em vista o aumento expressivo da população carcerária após a entrada em vigor da Lei de Drogas, em 2006. De acordo com Ricardo André de Souza, defensor público e subcoordenador de Defesa Criminal da DPRJ, a pesquisa mostra que 82,13% das prisões decorrem de flagrantes nas operações regulares realizadas pela polícia, seja nas ruas ou em unidades prisionais. Apenas 6% das prisões resultam do trabalho de investigação.
Fri, 23 Feb 2018 03:01:08 -0000
Governo do RS propõe reajuste de 1,81% no mínimo regional, inferior ao índice de 2017

No ano passado, o aumento havia sido de 6,48%. Primeira faixa salarial do piso do estado passa de R$ 1.175,15 para R$ 1.196,47. Projeto vai tramitar na Assembleia.  Segundo a Secretaria da Fazenda, critério acompanha o percentual de aumento do salário mínimo nacional Reprodução/RBS TV O governo do Rio Grande do Sul enviou nesta quinta-feira (22) à Assembleia Legislativa, em regime de urgência, o projeto que propõe reajuste ao piso regional, com aumento sugerido de 1,81%. No ano passado, o índice havia ficado em 6,48%. O texto agora tramita no parlamento gaúcho. Segundo informações da Secretaria Estadual da Fazenda, o critério para o cálculo acompanha o percentual de aumento aplicado pelo governo federal em relação ao salário mínimo nacional, que ficou abaixo da inflação. A primeira das cinco faixas salariais estabelecidas pelo governo, com o reajuste, passa de R$ 1.175,15 para R$ 1.196,47. A data-base é 1º de fevereiro, e o pagamento será retroativo. Piso Regional do RS nas cinco faixas salariais R$ 1.196,47 R$ 1.224,01 R$ 1.251,78 R$ 1.301,22 R$ 1.516,26 "Nossa intenção sempre foi de ouvir a todos, levando em consideração a situação econômica do Estado, dos trabalhadores e das empresas", diz o titular da pasta, Carlos Búrigo, que intermediou o diálogo entre sindicatos e empresários. "Fizemos reuniões e avaliamos os pedidos de ambos representantes. Acredito que encontramos a melhor solução possível, que é manter o mesmo índice do salário mínimo nacional", afirmou. O objetivo do piso regional é estabelecer um parâmetro que atenda a aproximadamente 1,3 milhão de trabalhadores informais ou que pertençam a categorias não contempladas em acordos coletivos. Ao todo, cinco estados da federação contam com salários regionais: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. O mínimo gaúcho é segundo mais alto. Pisos Regionais no país (1ª faixa salarial) Paraná - R$ 1.223,20 Rio Grande do Sul - R$ 1.196,47 Rio de Janeiro - R$ 1.136,53 Santa Catarina - R$ 1.110,00 São Paulo - R$ 1.108,38
Fri, 23 Feb 2018 02:27:34 -0000
Incêndio destrói casa na região central de Campinas; vídeo

Fogo que começou em imóvel na Rua Onze de Agosto por volta das 22h20 foi controlado às 23h, informa o Corpo de Bombeiros. Não há vítimas. Incêndio destrói casa no centro de Campinas Um incêndio em uma residência na região central de Campinas (SP) assustou vizinhos e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros na noite desta quinta-feira (22). De acordo com a Emdec, empresa responsável por desviar o trânsito no local, o fogo começou por volta das 22h20 e não há vítimas. A residência atingida pelo fogo fica na Rua Onze de Agosto, próximo da Rua Bernardino de Campos. Vizinhos ficaram assustados com as chamas. Em vídeo enviado à EPTV, afiliada TV Globo, um morador registrou a altura das chamas. Duas equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para combater o incêndio e, segundo a corporação, o fogo foi controlado por volta das 23h. Incêndio em imóvel na Rua Onze de Agosto, no Centro de Campinas, na noite desta quinta-feira (22) Wesley Justino/EPTV Veja mais notícias da região no G1 Campinas
Fri, 23 Feb 2018 02:23:05 -0000

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